sábado, 15 de junho de 2013

Eu matei a saudade nos seus braços Hoje vivo nos braços da saudade.

Dois abraços marcaram minha vida
Dois momentos ruins de deletar
Vou buscando uma forma de evitar
Tudo aquilo que lembre a despedida
Busco abrigo num copo de bebida
Num momento, talvez, de insanidade
Corro as ruas nos bares da cidade
Relembrando você e os dois abraços
Eu matei a saudade nos seus braços
Hoje vivo nos braços da saudade.

Cicinho Moura, no mote de Erivoneide Amaral

Nos seus braços, morrendo de paixão
Eu matei a saudade que sentia
Transformei minha dor em alegria
Fiquei quase explodindo de emoção
Mas agora se deu uma inversão
Virou dor o que foi felicidade
Aonde quer que eu vá, só por maldade,
A saudade cruel segue os meus passos
Eu matei a saudade nos seus braços
Hoje vivo nos braços da saudade.

Valdenor de Almeida, no mote de Erivoneide Amaral

Recaídas de amor que sempre ocorrem
Por descuido ou vacilos de momentos
Não são bem fidedignos sentimentos
Na ilusão, muitas vezes eles morrem...
Mas, na alma penada dos que correm
Por ter medo, do medo da verdade
Sem querer se amarrar noutra metade
Não desatam depois os fortes laços
Eu matei a saudade nos seus braços
Hoje vivo nos braços da saudade...

Pedro Torres, no mote de Erivoneide Amaral
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