segunda-feira, 27 de maio de 2013

Todo dia o sol mata a madrugada Toda noite vai preso novamente

Liberdade de amores madrugueiros
Se acorrentam nas noites encantadas
Viajando com ela por estradas
Mais longínquas do cálido trigueiro..
Pós um tempo de andanças nosso cheiro
Faz pedir um repouso e um banho quente
Pro descanso de amor por entre a gente
Pra alforria da noite enluarada
Todo dia o sol mata a madrugada
Toda noite vai preso novamente

Pedro Torres
Mote: Manoel Filó
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