domingo, 5 de maio de 2013

Seja burra, covarde, fuja e morra Mas, não negue que já me pertenceu

Você pode dizer para as amigas
Que não quer mais saber do nosso caso
Que não fui pra você mais que um atraso
E "cantei mil e tantas raparigas"...
Que cansou, porque só restavam brigas
E fui um tonto que não lhe mereceu
Que faz tempo que já se esqueceu
E não há mais perdão que nos socorra
Seja burra, covarde, fuja e morra
Mas, não negue que já me pertenceu

Pedro Torres
Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Direito à Réplica Poética...