sábado, 18 de maio de 2013

Pelo bronze infinito, bem vermelho
Desse sol no horizonte em minha vida
Vejo as marcas, chegadas e partida
Que eternizam a imagem feito espelho.
Cicatrizes que marcam meu joelho
Com promessas de um sonho inacabado
De saudades meu ser foi tatuado
E essa tinta resiste a própria morte
"Vejo o espelho cruel da minha sorte
Refletindo a beleza do passado."

Pedro Torres
Mote: Severina Branca
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