domingo, 12 de maio de 2013

É que a porta do peito se abriu Com o sopro do vento da saudade.

No mote imenso apresentando pela prima poetisa Ana Clara eu disse:

Esta noite eu sentindo um arrepio
Com um vento soprando na janela
Deu saudade do corpo quente dela
Me aquecendo na hora que faz frio
Pela fresta da porta um assovio
Que quebrava o silêncio da cidade
E os meus pés congelando na umidade
Desse vento gelado que surgiu
"É que a porta do peito se abriu
Com o sopro do vento da saudade."

Nas histórias de nossa parceria
Há alguns versos gritando nosso enredo
Tantos gritos calados sem segredo
Reclamando um abraço em poesia...
Nesta noite de vento e gelosia
Pela fresta de nossa alacridade
Passa a brisa da noite com maldade
Atiçando a vontade que surgiu
"É que a porta do peito se abriu
Com o sopro do vento da saudade."

Pedro Torres
Mote: Desconheço o autor.
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