quinta-feira, 9 de maio de 2013

Depois quis perdoar-te, mas, não pude Pois, mentiste pra mim o tempo todo

Tuas juras de amor de falsidade
Simulando um amor pra ter carinho
Escondendo na flor o vil espinho
Simplesmente, por uma vaidade
Se havia em você qualquer verdade
Ela estava encoberta pelo lodo
E eu caí nas garras desse engodo
Procurando encontrar uma virtude
Depois quis perdoar-te, mas, não pude
Pois, mentiste pra mim o tempo todo

Um castelo de areias e mentiras
Soerguido com juras dos escombros
Hoje espantam-me ainda os assombros
Provocados no som da minha lira
Como pedra de funda que se atira
Pra bem longe causando uma maldade
Na travessa da esquina da verdade
Tu furaste o sinal na contramão
Nesse amor com sabor de ilusão
E requintes cruéis de falsidade

Pedro Torres
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