quinta-feira, 18 de abril de 2013

O silêncio da noite é quem tem sido Testemunha das minhas amarguras

No mote da poetisa Severina Branca:

Dos meus sonhos bonitos de outrora
Restam marcas dos dias mais felizes
Do descaso perverso e cicatrizes
De lembranças que já jogaste fora...
Se o meu peito partido ainda chora
Por desfeitas as tuas falsas juras
Trago as marcas das minhas desventuras
No semblante poeta  entristecido
O silêncio da noite é quem tem sido
Testemunha das minhas amarguras

Pedro Torres
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