domingo, 24 de março de 2013

No terreiro da casa de meu peito Nasce um pé de saudade todo dia

Cada vez que a lembrança me ataca
Como fera de garras afiadas
Me recordo de nós nas madrugadas
E a saudade me enfia a sua faca
Torce o cabo, e nem reza lhe aplaca
Nem a foto que eu vejo todo dia
Me devolve um pouco da alegria
Que eu joguei nesse lixo com defeito
No terreiro da casa de meu peito
Nasce um pé de saudade todo dia

Pedro Torres
Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Direito à Réplica Poética...