quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Do quintal da alma

Com uma pequena alteração no mote alexandrino da Poetisa Gerlane Brito:

Te amar é andar às ruas, sorridente, feliz
É querer que não se quis. É estar contente.
É também cuidar do jardim, uma semente
E cultivar sua bela flor desde a raiz...

É um sorriso frouxo, que não se contradiz
Não contentar-se com o que se diz que sente
Descontentamento com o que não se diz
Mais que eterno, solene é este amor, ardente

Que o espinho é da beleza toda da flor, parte
Que o nosso jardim, assim, de ardores, se farte
E os olores perfumosos nos torne à calma...

Ainda que nos fira o espinho ao florescer
Quando tu quiseres, tu podes vir colher
Sorrisos, direto do quintal da minha alma

Pedro Torres
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