quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Do castelo imortal da poesia

Versinho publicado apenas pro blog:

Meu algoz, meu amor e minha paz
Minha luz, o que tens neste teu riso?
Tens a paz, toda a paz que eu preciso
E o abraço fiel que dói demais
E essa falta imensa que me faz?!..
Minha flor, és meu sol, tu és meu dia
Meu querer, sem razão, uma alegria
O meu sono, o meu sonho, a minha cama*
Meu desejo de amar, a minha dama
Do castelo imortal da poesia

Pedro Torres

Interessante como a poesia tem vida própria. Esta estrofe tinha originalmente um outro enredo, mas tomou outra direção enquanto eu a redigia. O verso marcado originalmente tem essa construção:

*Não cutuca essa ferida que inflama

É como se a ferida tivesse sido cutucada enquanto nascia a estrofe, tornando o verso inútil.
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