quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Amar dói!

Não. Eu não esperava que doesse. Pra ser bem franco. Eu nada esperava.
E, agora que dói, não sinto vontade de recusar a dor. Também da dor eu não abdicaria. Ainda que quisesse a renúncia. Por um ato qualquer de razão, ainda assim, por esta mesma razão. Eu teria que aceitar antes a dor. Já dói, e doerá ainda um bom tempo. Que seja bom, pois, o tempo de doer. O tempo antes de doer já não era bom. Amar dói!
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