quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Solo

Dia desses, proseando com uma pessoa no Facebook até altas horas da madrugada, senti que algo me foi tomado de súbito quando a hora se passou sem que eu notasse, até fugindo da normalidade e, 'repentinamente', o colóquio chegou ao fim.

O galo cantava quando terminou o papo, a passarada dava os primeiros sinais de vida e o céu começava a clarear.

Busquei ainda encontrar algo que me livrasse da solidão que sentia naquele instante ou um alento pro meu coração poeta e encontrei um mote do poeta Henrique Brandão, e pude redigir essas linhas, quando disse:

O frio tomou a praça
Que anjos faziam festa
O galo cantou seresta
Pra mostrar o tempo passa
E com cristalina taça
Celebramos a união
De um, mais outro, coração.
Onde o amor quedou silente
Quer conhecer a paixão
Conheça a história da gente.

E foi assim que meu dia terminou.

Pedro Torres
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