sábado, 20 de outubro de 2012

Dimas e Otacílio Batista

Dimas Batista cantado com Otacílio, recebeu um mote por telefone, no ar, em um programa de rádio em Caruaru.

Mote:
Eu te amo, te prezo, te venero;
Só a morte separa o nosso amor.

Saíram vários versos dos dois, mas, na lata, Dimas disse:

Eu te vi, tu me viste, nós nos vimos,
Eu te amei, tu me amaste, nos amamos,
Eu te olhei, tu me olhaste, nos olhamos,
Eu sorri, tu sorriste, nós sorrimos,
eu senti, tu sentiste, nós sentimos
Os encantos de um sonho promissor.
Encontrar-te ao meu lado, aonde eu for,
É da vida a ventura que mais quero.
Eu te amo, te prezo, te venero;
Só a morte separa o nosso amor!

Poeta Dimas Batista. Caruaru, 1958.

Nesse mote nós dissemos:

Todas juras-promessas que te fiz
De amar-te por toda eternidade
Resistiram aos sopapos da saudade
Hoje és a promessa que mais quis
É a luz que ilumina e faz feliz
Linda flor do jardim, de mais olor
És do sol da manhã, todo esplendor
Se te quis, vou querer e inda quero
Eu te amo, te prezo, te venero;
Só a morte separa o nosso amor!


Amar-te de outro jeito eu não sei!
Não conheço existir outra maneira
Que vivermos amor a vida inteira.
Por estradas desertas eu caminhei
Bem na curva do caminho, te esperei
Decorando o cenário pra compor
Um poema na vida do escritor.
Te esperei, esperaria , e, 'inda' espero
‘Eu te amo, te prezo, te venero
Nem a morte separa o nosso amor’

Pedro Torres

Eu não meço distância nem barreira
Preocupada não fico, te espero
Eu te sinto, te gosto e te quero
No país do amor és a bandeira
Na descida das águas, cachoeira
Derramando teu mel na minha flor
E fazendo teus olhos beija-flor
Pra tocar meu sorriso mais sincero
Eu te amo, te prezo, te venero
Nem a morte separa nosso amor

Poetisa Mariana Véras
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