quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Fogaréu

Luz que acende e candeia que não apaga
Não consome, não turva, não embriaga
Desértico inóspito acolher da ausência.

Paixão com fome, viver tua sede
Beber teu néctar, lamber tua nuca
Fundir a cuca, e apaixonar-se definitivamente

Um abrigo amigo, um teto, e tua teta
Alcançar a imaginação tua, atear o fogo
E vir teu rosto rubro, feminino, nua...

A preferida entrada triunfal do destino
Coabitarmos, Cópula, Frutos, Filhos
Plural do amor meu.

Pedro Torres
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