quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Pranto Meu

Você nem sabe o que se passa em mim
Quando destino meu olhar ao teu.
A amargura corrói a candura
Que ainda existe neste peito meu.

Você insiste em colocar um fim
Faz o meu sonho aos poucos dissipar
E eu vejo o mal que fiz ao meu jardim
Quando em teu beijo fui me embriagar.

Não quero ver-te linda criatura
Inerte fico em volta da doçura
Do teu sorriso foge o riso meu.

Não quero ver-te doce criatura
Tua alegria a minha desfigura
E abraça ainda mais o pranto meu.

Josimar Matos / Márcio Rocha
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