terça-feira, 12 de maio de 2009

Boa tarde,

Transfundir idéias planas e retas!
A solução para a tua dicotomia, poeta
Teu Ser mais sóbrio, em absurda sinergia
Com tudo que mais de belo existe, na poesia
E além dela, a filosofia tua, pura e nua

Sem preconceitos, ou conceitos avalizados
Por avalistas que não nomeastes
Uma solução certa, uma transfusão direta
Fusão, complemento, da fragilidade do conhecimento

Meu e teu, talvez nem existamos nós
E talvez nós possamos mudar tudo
Para que tudo permaneça estável
E caminhemos sempre em linha reta

Sem pontuações fáticas, saber da verdade
Singular, única, de definitivamente, Absoluta
O que se sabe é o que não se pode negar
Esta é a única verdade, a simples solução, mais à mão

Mais fácil, ao alcance da razão, ou não razão
Do sentimento apenas, que importa
Desde que tu não me bata mais a porta
Estarei morta, pronta, Eu, tua idéia...

Segue a linha? Então prossegue!
Grato por sua generosidade, sábia poeta
Tu és minha meta, como na reta indivisível
Ou do zero tendendo ao infinito

Meu porto de partida, meu porto de chegada
Tudo o que sei de mais bonito, da matemática
Da geometria, a simetria perfeita, por mim eleita
Eu, este poeta libertário que te quer amigo!

Se não podes provar tua alegativa
Ainda que uma negação, não poderia ser verdade absoluta
Apenas a puta, que sabe da razão, pode dizer, fácil
Vida é o tudo, os nós.

A verdade é um Ser não negável,
Pronto!
Não és minha nem sou teu, somos uno
Reles imaginárias de vários lumens...

Dionysia!

Pedro Torres
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