terça-feira, 28 de abril de 2009

Poeta verdadeiramente triste é alegrias demais

Bebe da tua poesia bandida
Não prova nada mais além
Do amor, poeta, só o infinito

Esquece essa rima e o amor que trago um trago
Para ti e pra mim tomarmos juntos, de vida
Só nós dois e o dia bom e chuvoso,
E um solo bom e Barroso...

Que quando o coração aperta, poeta, não tem jeito
É correr de felicidade ou mesmo à toa
É segurar o remo, dessa nossa canoa
É a calma do teu peito, no meu peito
É não quimera, poeta, é não...

Pedro Torres

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