terça-feira, 28 de abril de 2009

E trouxe a cura para o amor sujeito

Nenhuma regra é absoluta
Há de sempre carecer de outra que a complete
É voltar se preciso for, para encontrar no caminho
Pisando espinhos, um grande amor

E se o futuro é incerto, o que passou não te é sócio
Para nós, a jura é um lindo espelho
Que o tempo oxida, mas não se culpa o ócio

Que gosto tem aquele teu batom vermelho?
E das alfabetas palavras áticas e sedentas tuas... Marte!
A vontade do teu Cheiro, viajar comigo a toda parte
Tu és a minha rima, meu concreto, minha seta,
Desmantelo de poeta!

Se em teus pés um vento forte
Assoviar canções do norte...
Temporal e ventania,
Não adestram a tua sorte

Pedro Torres
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